sábado, 24 de julho de 2010

Às vezes tento escrever tudo que quero, mas é como se existisse um muro que me impede de demonstrar tais coisas.
Preciso de um copo de vinho ou qualquer outra bebida para começar minhas lamentações. As pessoas dizem que bebida é bom para afastar os problemas, pode ser que assim afaste os meus.
Mas vai saber qualquer coisa que nos impeça de controlar nossos próprios atos não pode ser considerado algo bom. Quero algo que me recupere totalmente, não uma recuperação momentânea.
Vamos brindar com água, essa mata a sede e não provoca dano algum.
A recuperação?
Essa o tempo se encarrega. Esperar você tomar a decisão foi um erro, mas como iria saber que seus lindos olhos castanhos me enganariam mais uma vez. Pois bem, aprendi com meu erro, cai e me esfolei, mas sacudi a poeira e estou seguindo em frente. O tempo está passando mais rápido do que eu esperava - que ótimo- minha recuperação já iniciou.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Como vão suas pilhas?

Não sei o que estou fazendo nem no que isso vai dar, mas fiz tudo que achei que fosse certo.A pergunta que não quer parar de me perturbar é... O que eu estou fazendo realmente?
Talvez eu goste de sofrer, ou não. Talvez ainda exista um resquício de esperança, ou não. Talvez tenha acabado como imaginei, ou não. Talvez eu ainda precise controlar meus impulsos. Sim, é exatamente isso que preciso.
Um controle que eu não acho os botões. Faltam às pilhas para ele funcionar, sem elas sou uma pessoa indefesa que precisa de rédeas. Mas onde as encontro, em lojas de departamentos?
É, acho que as pilhas, só serão encontradas quando eu souber em que estágio está sua bateria e se você irá recarregá-las, senão é melhor minha bateria acabar agora e seguir em frente. Se você precisar de mim, me procure no departamento eletrônico, se der sorte irei atendê-lo e lhe dar pilhas novas.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Meu lugar

Voando bem alto, além do céu e das nuvens de algodão descobri que existe um mundo além do seu. Um mundo cheio de coisas e pessoas que assim como eu buscam ser feliz sem mais decepções, buscam encontrar o que desejam sem precisar se desligar de si próprio.
Eu gosto daqui, me faz bem e feliz. Agora esse é meu mundo e você não faz mais parte dele.
A morte é algo tão sombrio e inevitável.
Por mais que sejamos aparentemente fortes ela sempre nos desestrutura.Procuramos respostas para acalmar nossa dor,nos culpamos e crucificamos,mesmo sabendo que ela acabaria chegando mais cedo ou mais tarde,amanhã ou depois...
  Chegou e levou uma parte de mim junto com ela.Alguns podem me condenar e julgar por isso,mas o amor que eu tinha por aquela coisinha pequena e frágil era e ainda é enorme,é um amor inexplicável,um amor de mãe.
Mesmo sem ela aqui comigo me estressando toda vez que a dava comida,eu a amo e peço desculpa por todas às vezes que fui insensível e a ignorei.

Chim, eu te amo !
Às vezes tudo que sinto se transforma em pó.Um simples pensar sem agir,um sorriso dado sem retribuir,um dia de sol que aos poucos vai nublando,aquele antigo amor passando.
 O pó retrocedeu como ondas e provocou uma destruição.São os fragmentos do amor que retornou.Ele não havia passado como previ.
Continua velho,porém ainda forte,mais forte do que antes.Ele é incansável e destruidor.Seu pó me causou alergia.
Talvez seja essa a solução que vai me manter longe.Ter alergia a você.


escrito por:   Brenda Kürschner e Kelly Vargas